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"A vida é uma oportunidade, aproveite-a...
A vida é beleza, admire-a...
A vida é felicidade, deguste-a...
A vida é um sonho, torne-o realidade...
A vida é um desafio, enfrente-o...
A vida é um dever, cumpra-o...
A vida é um jogo, jogue-o...
A vida é preciosa, cuide dela...
A vida é uma riqueza, conserve-a...
A vida é amor, goze-o...
A vida é um mistério, descubra-o...
A vida é promessa, cumpra-a...
A vida é tristeza, supere-a...
A vida é um hino, cante-o...
A vida é uma luta, aceite-a...
A vida é aventura, arrisque-a...
A vida é alegria, mereça-a...
A vida é vida, defenda-a..."
(Madre Teresa)
(CLIQUE NA IMAGEM)

criado por Cristian vive/Mahevi
20:51:25

Ganxhe Bojaxhiu nasceu em 26 de agosto de 1910, na cidede Skopie, capital da Macedônia, em uma família católica, sua mãe, Drana, era uma pessoa de intensa religiosidade. Aos 12 anos Ganxhe despertou para sua vocação religiosa.
A cidade se Skopie, vivia em constate conflito com a dominação turca, em 1912 a cidade foi libertada e consegui sua independência. Mas pouco tempo deposi soferu novas invasões.
Seu pai lutava contra os contra os conflitos étnicos, e sua paixão política o levou a própria morte no ano de 1919. Após a sua morte muitos problema ocorreram com a família de Ganxhe, problemas com sócio da família, fez com que a mãe de Ganxhe assumisse os gastos da família.
A família vivia próxima a paróquia do Sagrado Coração e logo a mãe de Ganxhe percebeu seu gosto pelos ofícios religiosos, logo o pároco Frnajo Jambrekovic, incentivou Ganxhe a leitura de histórias missionárias.
"Não Tinha completado ainda 12 anos, quando senti o desejo de ser missionária", contou mais tarde Madre Teresa.
Ainda criança, Ganxhe entrou para a congregação Mariana das Filhas de Maria, e ajuda os pobres em sua própria casa.
"Aos pés da Virgem de Letnice, escutei um dia o chamado Divino que me convencia de servir a Deus", disse muitos anos depois a Madre Teresa que confessou descobrir a intensidade do chamado graças "a uma grande alegria interior". Em 25 de dezembro de 1938, aos 18 anos se mudou para Rathfarnham, na Irlanda, onde se ficava o Instituto da Beata Virgem.
Em 1929, após 37 dias de viagem pelo mar, Ganxhe chega em Begala, depopis viajou a Calcutè e finalmente chegou em Dajeerling, onde no seminário da Ordem estudou e em 24 de maio de 1931, escolheu o nome de Teresa, inspirada pela Santa Teresa D´Avila.
"Querida mamãe, gostaria muito de estar contigo, Age e Lázaro, mas devo dizer que tua pequena Ganxhe é feliz...Esta é uma vida nova. Sou professora e gosto do trabalho. Todos aqui nos amamos muito", escreveu a sua mãe Drana, a quem nunca mais voltou a ver desde que se mudou de Skope, em 1928.
Entre os 18 de 38 anos, Teresa era religiosa das damas Irlandesas na Índia e professora de história e geografia no colégio Santa Maria, único para meninas católicas em Calcutá. Logo começou a ensina no colégio de Entally,onde iam as pobres.
Na Índia, colônia Britânica, havia muitas aspirações pela independência e Mahatma Gandhi pregava a não violência. Em 1937 no dia 24 de maio, Teresa professou de forma perpetua suam vocação religiosa.
Começou a se dedicar a um grupo de irmãs indianas de Bengala, que seguima as regras jesuíticas, eram as Filhas de Santa Ana, elas inspiraram Teresa em seu projeto de vida missionária,
O momento crucial para a sua vida que a convertia em Madre Teresa de Calcutá, deu-se de improviso. Ela mesma nos conta: "Ocorreu em 10 de setembro de 1946, durante a viagem de trem que me levava ao convento de Darjeeling para fazer os exercícios espirituais. Enquanto rezava em silêncio a nosso Senhor, adverti um chamado dentro do chamado. A mensagem era muito clara: devia deixar o convento de Loreto (em Calcutá) e entregar-me ao serviço dos pobres, vivendo entre eles". Logo iniciou sua vida como: Madre Teresa de Calcutá.
Recebeu a permissão da Santa Sede para levar os moribundos das ruas para um lar onde eles pudessem morrer em paz e dignidade, também abriu um orfanato. Em 1950 fundou uma congregação religiosa, e as irmãs de caridade são mais de 4.000, espaplhadas por 95 países, e todas as nações permitiram seus trabalhos.
Gradualmente, outras mulheres se uniram a ela de modo que, em 1950 recebeu a aprovação oficial do Papa Pio XII para fundar uma congregação de religiosas, as Missionárias da Caridade, que se dedicariam a servir aos mais pobres entre os pobres.
O Papa João Paulo II confiou às religiosas de Madre Teresa a casa "Dom de Maria" aberta no Vaticano, ao lado do Palácio do Santo Ofício, para assistir aos mais pobres e aos moribundos da Itália. Em 1979 Madre Teresa recebeu o Prêmio Nobel da Paz por seu trabalho. A Madre Teresa de Calcutá faleceu na Sexta-feira 5 de setembro de 1997 vítima de uma parada cardíaca. Milhares de pessoas de todo o mundo se congregaram formando várias filas na Igreja de Santo Tomás para despedir-se da Madre Teresa.

criado por Cristian vive/Mahevi
11:08:13 
Não sei porque nesta noite
o sono velho cebruno
ergueu a clina e se foi!
E eu que arrelie ou me zangue
Tenho olhos de ave da noite,
ouvidos de quero-quero,
cordas de viola nos nervos
e uma secura no sangue.
A estrela d'alva trabalha
na imensidão da hora morta:
- ou num perfil de medalha
ou a maiúscula inicial
sobre a prata de um punhal
que ainda há de sangrar o dia.
E a "Nova" ao largo se corta,
magra, esquilada, arredia,
empurrando a guampa torta
contra o ventito do Sul,
como num campo de azul
a ovelha chamando a cria.
Sólito, perto do fogo,
como um bugre imaginando,
escuto o Tempo rondando
sem descobrir o seu jogo.
O perro Baio-coleira
faz que cochila... E abre os olhos,
a espaços, regularmente.
E me fixa os olhos claros
como um amigo, dos raros,
cuidando do amigo doente.
É um gosto olhar os brasinos
e os luxos das lavaredas
dançando rendas e sedas
para a ilusão dos sentidos.
E entre o amargo e a tragada
tranqueiam na madrugada
tantos recuerdos perdidos.
E o chimarrão macanudo
vai entrando pelo sangue!
Vai melhorando as macetas,
curando as juntas doloridas
como água arisca de sanga
sobre loncas ressequidas.
O peito avoluma e arqueia
como cogote de potro.
E as ventas se abrem gulosas
por cheiro de madrugada.
- Potrilhos em disparada
num setembro de alvoroto.
Ah! sangue velho... Descubro
porque estás hoje de vigília:
- Dois séculos de Fronteiras,
de madrugadas campeiras,
de velhas guargas guerreiras
bombeando pampa e coxilha!
Por isso é que hoje não dormes!
Ouviste a voz de ancestrais:
- "O chimarrão principia!
Alerta! O campo vigia!
Da meia-noite para o dia
um taura não dorme mais..."
(Romances de Estância e Querência, 1959)

criado por Cristian vive/Mahevi
17:56:36 
O Rio Grande do Sul é como aquele filho que sai muito diferente do resto da família. A gente gosta, mas estranha. O Rio Grande do Sul entrou tarde no mapa do Brasil . Até o começo do século XIX, espanhóis e portugueses ainda se esfolavam para saber quem era o dono da terra gaúcha. Talvez por ter chegado depois, o Estado ficou com um jeito diferente de ser.
Começa que diverge no clima: um Brasil onde faz frio e venta, com pinheiros em vez de coqueiros, é tão fora do padrão quanto um Canadá que fosse à praia. Depois, tem a mania de tocar sanfona, que lá no RS chamam de gaita, e de tomar mate em vez de café. Mas o mais original de tudo é a personalidade forte do gaúcho. A gente rigorosa do sul não sabe nada do riso fácil e da fala mansa dos brasileiros do litoral, como cariocas e baianos. Em lugar do calorzinho da praia, o gaúcho tem o vazio e o silêncio do pampa, que precisou ser conquistado à unha dos espanhóis.
Há quem interprete que foi o desamparo diante desses abismos horizontais de espaço que gerou, como reação, o famoso temperamento belicoso dos sulinos.
É uma teoria - mas conta com o precioso aval de um certo Analista de Bagé, personagem de Luis Fernando Veríssimo que recebia seus pacientes de bombacha e esporas, berrando: "Mas que frescura é essa de neurose, tchê?"
Todo gaúcho ama sua terra acima de tudo e está sempre a postos para defendê- la.
Mesmo que tenha de pagar o preço em sangue e luta.
Gaúcho que se preze já nasce montado no bagual (cavalo bravo). E, antes de trocar os dentes de leite, já é especialista em dar tiros de laço. Ou seja, saber laçar novilhos à moda gaúcha, que é diferente da jeito americano, porque laço é de couro trançado em vez de corda, e o tamanho da laçada, ou armada, é bem maior, com oito metros de diâmetro, em vez de dois ou três.
Mas por baixo do poncho bate um coração capaz de se emocionar até as lágrimas em uma reunião de um Centro de Tradições Gaúchas, o CTG, criados para preservar os usos e costumes locais.
Neles, os durões se derretem: cantam, dançam e até declamam versinhos em honra da garrucha, da erva-mate e outros gauchismos. Um dos poemas prediletos é "Chimarrão", do tradicionalista Glauco Saraiva, que tem estrofes como: "E a cuia, seio moreno/que passa de mão em mão/traduz no meu chimarrão/a velha hospitalidade da gente do meu rincão." (bem, tirando o machismo do seio moreno, passando de mão em mão, até que é bonito).
Esse regionalismo exacerbado costuma criar problemas de imagem para os gaúchos, sempre acusados de se sentir superiores ao resto do País.
Não é verdade - mas poderia ser, a julgar por alguns dados e estatísticas.
O Rio Grande do Sul é possuidor do melhor índice de desenvolvimento humano do Brasil, de acordo com a ONU, do menor índice de analfabetismo do País, segundo o IBGE e o da população mais longeva da América Latina, (tendo Veranópolis a terceira cidade do mundo em longevidade), segundo a Organização Mundial da Saúde. E ainda tem as mulheres mais bonitas do País, segundo a Agência Ford Models. (eu já sabia!!!rss) Além do gaúcho, chamado de machista", qual outro povo que valoriza a mulher a ponto de chamá-la de prenda (que quer dizer algo de muito valor)?
Macanudo, tchê. Ou, como se diz em outra praças: "legal às pampas", uma expressão que, por sinal, veio de lá.
Aos meus amigos gaúchos e não gaúchos, um forte abraço!
Arnaldo Jabor
Texto cedido por Marcus Vigolo

criado por Cristian vive/Mahevi
19:04:42
"O primeiro olhar é aquele momento em que a vida passa da sonolência para a
alvorada.
É a primeira chama que ilumina o íntimo mais profundo do coração. É a
primeira nota mágica arrancada das cordas de prata de um sentimento que
poderá nascer.
É aquele momento instantâneo em que se abrem diante da alma as crônicas do
tempo, e se revelam aos olhos as proezas da noite, e as vozes da
consciência.
Ele é que abre os segredos da Eternidade para o futuro.
É a semente lançada, e espargida pelos olhos do ser amado na paisagem do
amor, depois regada e cuidada pela afeição, e finalmente colhida pela alma."
Nada mais cheio de esperança do que o primeiro olhar.
Nenhuma expectativa vã, pois não se teve tempo de esperar ainda. Nenhum
sentir fugaz, pois ainda não chegou o tempo do sentir.
Nada interfere no primeiro olhar, durante os infinitos segundos que
sobrevive.
Não há tempo. Não há espaço. Apenas olhares que se interpenetram pela
primeira vez.
O que buscam ao deixarem-se perder? O que dizem? Quando dizem? Respostas que
não virão.
Mesmo que após este, se sigam muitos outros, que os olhos decidam por
enamorar-se, e que se visitem diariamente em cada aurora, a lembrança do
primeiro fica na retina da alma, na história do Espírito.
E quantos "primeiros olhares" neste exato instante do tempo?
Quantas vidas alvorecem com eles enquanto observamos os carros passando
apressados. Enquanto miramos janelas, pessoas. Enquanto consideramos -
apenas, então, somente.
Quantas novas chances para a vida são dadas com esses arroubos singelos e
transparentes...
Quantas novas forças, novas oportunidades, visões novas sobre um mundo
velho...
Quantos reencontros velados pelo esquecimento da memória, se entregam pela
lembrança do coração...
O que seria do amor sem o primeiro olhar.
Celebremos o amor que nasce, o amor que promete, o amor potencial.
Celebremos o germe da mesma forma que festejamos o fruto doce.
Exaltemos a vontade de ser borboleta, encontrada na lagarta que nasce.
Festejemos cada novo amor, da mesma maneira que exultamos ao receber no
Mundo uma criança.
Não nos deixemos levar pelo pessimismo destruidor de corações partidos, que
ainda não permitiram que o tempo cicatrizasse suas chagas.
Não desistamos tão facilmente das potencialidades humanas, debaixo de
expressões autofágicas como "Não tem jeito". "Está cada dia pior". "É o fim
de tudo".
Acreditar no amor que está por vir é crer na sobrevivência da vida, e lutar
por ela.
* * *
"O amor é de essência divina e todos vós, do primeiro ao último, tendes, no
fundo do coração, a centelha desse fogo sagrado."
"O amor está por toda parte em a Natureza, que nos convida ao exercício da
nossa inteligência.
Até no movimento dos astros o encontramos.
É o amor que orna a Natureza de seus ricos tapetes.
Ele se enfeita e fixa morada onde se lhe deparem flores e perfumes.
É ainda o amor que dá paz aos homens, calma ao mar, silêncio aos ventos e
sono à dor."
Texto da Redação do Momento Espírita com base em texto de Khalil Gibran, do
livro A voz do Mestre, ed. Claridade; do item XVI da Introdução e item 9 do
cap. XI de O evangelho segundo o espiritismo, de Allan Kardec, ed. Feb.
Enviada por Clara Michelon

criado por Cristian vive/Mahevi
17:19:07