*Cristian vive*

"FÉ INABALÁVEL SÓ O É A QUE PODE ENCARAR FRENTE A FRENTE A RAZÃO, EM TODAS AS ÉPOCAS DA HUMANIDADE."*************** "Para ver o perfil do blog é só clicar em Cristian vive/Mahevi."

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Terra Blog

Categoria: CONTOS

27.03.08

Coisas do Barão de Itararé

categorias: CONTOS

No Curso de Medicina, o professor se dirige ao aluno e pergunta:
- Quantos rins nós temos?
- Quatro! Responde o aluno.
- Quatro? - Replica o professor, arrogante, daqueles que se comprazem em tripudiar sobre os erros dos alunos.
-Traga um feixe de capim, pois temos um asno na sala - ordena o professor a seu auxiliar.
- E para mim um cafezinho! - Replicou o aluno ao auxiliar do mestre.
O professor ficou irado e expulsou o aluno da sala. O aluno era, entretanto, o humorista Aparício Torelly Aporelly (1895-1971), mais tarde conhecido como o "Barao de Itararé". Ao sair da sala, o aluno ainda teve a audácia de corrigir o furioso mestre:
- O senhor me perguntou quantos rins "nós temos". "Nós" temos quatro: dois meus e dois teus. Tenha um bom apetite e delicie-se
com o capim.
"A vida exige muito mais compreensão do que conhecimento! Às vezes as pessoas, por terem mais um pouco de conhecimento ou acreditarem que o tem, se acham no direito de subestimar os outros... E haja capim!!!

19.12.07

A HISTÓRIA DE CHARLES PLUMB

categorias: CONTOS

 

Charles Plumb, era piloto de um bombardeiro na guerra do Vietnã. Depois de muitas missões de combate, seu avião foi derrubado por um míssil. Plumb saltou de pára-quedas, foi capturado e passou seis anos numa prisão norte-vietnamita. Ao retornar aos Estados Unidos, passou a dar palestras relatando sua odisséia e o que aprendera na prisão.
Certo dia, num restaurante, foi saudado por um homem: - "Olá, você é Charles Plumb, era piloto no Vietnã e foi derrubado, não é mesmo?"
- "Sim, como sabe?", perguntou Plumb.
- "Era eu quem dobrava o seu pára-quedas. Parece que funcionou bem, não é verdade?"
Plumb quase se afogou de surpresa e com muita gratidão respondeu: - "Claro que funcionou, caso contrário eu não estaria aqui hoje."
Ao ficar sozinho naquela noite, Plumb não conseguia dormir, pensando e perguntando-se: - "Quantas vezes vi esse homem no porta-aviões e nunca lhe disse bom dia? Eu era um piloto arrogante e ele um simples marinheiro."
Pensou também nas horas que o marinheiro passou humildemente no barco enrolando os fios de seda de vários pára-quedas, tendo em suas mãos a vida de alguém que não conhecia.
Agora, Plumb inicia suas palestras perguntando à sua platéia: - "Quem dobrou teu pára-quedas hoje?".
Todos temos alguém cujo trabalho é importante para que possamos seguir adiante. Precisamos de muitos pára-quedas durante o dia: um físico, um emocional, um mental e até um espiritual. Às vezes, nos desafios que a vida nos apresenta diariamente, perdemos de vista o que é verdadeiramente importante e as pessoas que nos salvam no momento oportuno sem que lhes tenhamos pedido.

09.12.07

A PROFESSORA DE TEDDY

categorias: CONTOS

 

Relata a Sra. Thompson, que no seu primeiro dia de aula parou em frente aos seus alunos da 5a. série primária e, como todos os demais professores, lhes disse que gostava de todos por igual.

No entanto, ela sabia que isto era quase impossível, já que na primeira fila estava sentado um pequeno garoto chamado Teddy.

A professora havia observado que ele NÃO se dava bem com os colegas de classe e muitas vezes suas roupas estavam sujas e cheiravam mal.

Houve até momentos em que ela sentia prazer em lhe dar notas vermelhas ao corrigir suas provas e trabalhos.

Ao iniciar o ano letivo, era solicitado a cada professor que lesse com atenção a ficha escolar dos alunos, para tomar conhecimento das anotações feitas em cada ano.

A Sra. Thompson deixou a ficha de Teddy por último.

Mas quando a leu foi grande a sua surpresa.

A professora do 1o. ano escolar de Teddy havia anotado o seguinte: Teddy é um menino brilhante e simpático. Seus trabalhos sempre estão em ordem e muito nítidos. Tem bons modos e é muito agradável estar perto dele.

A professora do 2o. ano escreveu: Teddy é um aluno excelente e muito querido por seus colegas, mas tem estado preocupado com sua mãe que está com uma doença grave e desenganada pelos médicos.

A vida em seu lar deve estar sendo muito difícil.

Da professora do 3o. ano constava a anotação seguinte: A morte de sua mãe foi um golpe muito duro para Teddy.

Ele procura fazer o melhor, mas seu pai NÃO tem nenhum interesse e logo sua vida será prejudicada se ninguém tomar providências para ajudá-lo.

A professora do 4o. ano escreveu: Teddy anda muito distraído e não mostra interesse algum pelos estudos. Tem poucos amigos e muitas vezes dorme na sala de aula.

A Sra. Thompson se deu conta do problema e ficou terrivelmente envergonhada.

Sentiu-se ainda pior quando lembrou dos presentes de Natal que os alunos lhe haviam dado, envoltos em papéis coloridos, exceto o de Teddy, que estava enrolado num papel marrom de supermercado.

Lembra-se de que abriu o pacote com tristeza, enquanto os outros garotos riam ao ver uma pulseira faltando algumas pedras e um vidro de perfume pela metade.

Apesar das piadas ela disse que o presente era precioso e pôs a pulseira no braço e um pouco de perfume sobre a mão.

Naquele dia Teddy ficou um pouco mais de tempo na escola do que o de costume. Lembrou-se ainda, que Teddy lhe disse que ela estava cheirosa como sua mãe.

Naquele dia, depois que todos se foram, a professora Thompson chorou por longo tempo...

Em seguida, decidiu-se a mudar sua maneira de ensinar e passou a dar mais atenção aos seus alunos, especialmente a Teddy.

Com o passar do tempo ela notou que o garoto só melhorava. E quanto mais ela lhe dava carinho e atenção, mais ele se animava.

Ao finalizar o ano letivo, Teddy saiu como o melhor da classe. Um ano mais tarde a Sra. Thompson recebeu uma notícia em que Teddy lhe dizia que ela era a melhor professora que teve na vida.

Seis anos depois, recebeu outra carta de Teddy contando que havia concluído o segundo grau e que ela continuava sendo a melhor professora que tivera.

As notícias se repetiram até que um dia ela recebeu uma carta assinada pelo Dr.Theodore Stoddard, seu antigo aluno, mais conhecido como Teddy.

Um dia a Sra. Thompson recebeu outra carta, em que Teddy a convidava para seu casamento e noticiava a morte de seu pai.

Ela aceitou o convite e o dia do casamento estava usando a pulseira que ganhou de Teddy anos antes, e também o perfume.

Quando os dois se encontraram, abraçaram-se por longo tempo e Teddy lhe disse ao ouvido: - Obrigado por acreditar em mim e me fazer sentir importante, demonstrando-me que posso fazer a diferença.

Mas ela, com os olhos banhados em pranto sussurrou baixinho: - Você está enganado! Foi você que me ensinou que eu podia fazer a diferença, afinal eu não sabia ensinar até que o conheci.

Aí está Amigos o valor da ATENÇÃO... o quanto é importante darmos um pouco mais de atenção as pessoas a quem amamos ou que se encontram do nosso lado, sem no entanto, esquecer do outro...

A atenção, carinho e cuidado devem ser somados e nunca dividido. É preciso ouvir os apelos silenciosos que ecoam na alma da pessoa.

Autor Desconhecido

CALÇAS MOLHADAS

categorias: CONTOS

 

Venha comigo a uma sala de aula do terceiro ano...Há um menino de nove anos sentado à sua carteira e de repente há umapoçaentre seus pés, e a parte dianteira de suas calças está molhada.Pensa que seu coração vai parar porque não pode imaginar como issoaconteceu. Nunca havia acontecido antes, e sabe que quando os meninosdescobrirem nunca o deixarão em paz. Quando as meninas descobrirem, nuncamais falarão com ele enquanto viver.O menino acredita que seu coração vai parar; abaixa a cabeça e reza estaoração:"Querido Deus, isto é uma emergência! Eu necessito de ajuda agora! Maiscinco minutos e serei um menino morto".Levanta os olhos de sua oração e vê a professora chegando com um olharque diz que foi descoberto.Enquanto a professora está andando até ele, uma colega chamada Susie está carregando um aquário cheio de água. Susie tropeça na frente daprofessora e despeja inexplicavelmente a água no colo do menino. O meninofinge estar irritado, mas ao mesmo tempo interiormente diz "Obrigado,Senhor! Obrigado, Senhor!"De repente, em vez de ser objeto de ridículo, o menino é objeto decompaixão.A professora desce apressadamente com ele e dá-lhe shorts de ginásticapara vestir enquanto suas calças secam.Todas as outras crianças estão sobre suas mãos e joelhos limpando aoredor de sua carteira.A compaixão é maravilhosa. Mas como tudo na vida, o ridículo que deveriater sido dele foi transferido a outra pessoa - Susie. Ela tenta ajudar,mas dizem-lhe para sair. "Você já fez demais, sua grosseira!"Finalmente, no fim do dia, enquanto estão esperando o ônibus, o meninocaminha até Susie e lhe sussurra, "você fez aquilo de propósito, nãofoi?"E Susie lhe sussurra, "eu também molhei minha calça uma vez".


Autor desconhecido

30.11.07

O MAIOR PRESENTE

categorias: CONTOS

 

No dia que nasceu nossa filha, meu marido, não sentiu grande alegria. Por que a decepção que sentia parecia, ser maior do que o grande conhecimento de ter uma filha.
Ah!!! Eu queria um filho homem!!!! Lamentava meu marido.
Em poucos meses ele se deixou cativar pelo sorriso de nossa linda Carmenzita e pela infinita inocência de seu olhar fixo e penetrante, foi então que ele começou a amá-la com loucura.
Sua carinha, seu sorriso não se apartavam mais dele. Ele fazia planos sobre planos, tudo seria para nossa Carmenzita.
Numa tarde estávamos reunidos em familia, quando Carmenzita perguntou a seu papai: Papi,... Quando eu completar quinze anos, qual será meu presente?
Ele lhe respondeu: Meu amor, você tem apenas sete aninhos, não lhe parece que falta muito tempo para essa data?
Respondeu Carmenzita: Bem papi,... tu sempre diz que o tempo passa voando, ainda que eu nunca haja visto por aquí.
Carmenzita já tinha quatorze anos e ocupava toda a alegria da casa, especialmente o coração de seu papi.
Num Domingo fomos a igreja, Carmenzita tropeçou, seu papi de imediato agarrou-a para que não caisse...Já sentados nos bancos da igreja, vimos como Carmenzita foi caindo lentamente e quase perdeu a consciência.
Seu papi agarrou-a e levou imediatamente para o hospital. Alí permaneceu por dez dias e foi então quando lhe informaram que Carmenzita padecia uma grave enfermidade que afetava seriamente seu coração.
Os dias foram passando, seu papi renunciou a seu trabalho para dedicar-se a Carmenzita. Todavia, eu sua mãe, decidi trabalhar, pois não suportava ver Carmenzita sofrendo tanto.
Numa manhã, ainda na cama, Carmenzita perguntou a seu papi: Papi? Os médicos te disseram que eu vou morrer?
Respondeu seu papi. Não meu amor...não vais morrer, Deus que é tão grande, não permitiria que eu perca o que mais tenho amado neste mundo.

Bem filha,... na verdade ninguém regressou de lá e contou algo sôbre isso, porém se eu morrer, não te deixarei só, onde eu estiver buscarei uma maneira de me comunicar contigo, e em última instância utilizaria o vento para te ver.

Não tenho a menor idéia filhinha, só sei que se algum dia eu morrer, sentirás que estou contigo, quando um suave vento roçar teu rosto e uma brisa fresca beijar tua face.
Nesse mesmo dia à tarde, fomos informado pelos médicos que nossa Carmenzita necessitava de um transplante de coração, pois do contrário ela só teria mais vinte dias de vida.
UM CORAÇÃO! ONDE CONSEGUIR UM CORAÇÃO? UM CORAÇÃO! ONDE, DEUS MEU?
Nesse mesmo mês, Carmenzita completaria seus quinze anos. E foi numa sexta-feira a tarde quando conseguiram um doador. Foi operada e tudo saiu bem.
Carmenzita permaneceu no hospital por quinze dias e em nenhuma só vez seu papi foi visitá-la. Todavia, os médicos lhe deram alta e ela foi para sua casa.
Ao chegar em casa Carmenzita com ansiedade gritou: Papi! Papi!... Onde tu estás?

"Carmenzita, filhinha do meu coração: No momento em que ler minha carta, já deve ter quinze anos e um coração forte batendo em teu peito, essa foi a promessa que me fizeram os médicos que te operaram. Não pode imaginar nem remotamente quanto lamento não estar a teu lado neste instante.
Quando soube que morrerias, decidí dar-te a resposta da pergunta que me fizestes quando tinhas sete aninhos e a qual não respondí. Decidí dar-te o presente mais bonito que ninguém jamais faria por minha filha... Te dou de presente minha vida inteira sem nenhuma condição, para que faças com ela o que queiras. Vive filha!! Te amo com todo meu coração!!
“Carmenzita chorou por todo o dia e toda a noite; No dia seguinte foi ao cemitério e se sentou sobre a tumba de seu papi; chorou tanto como ninguém poderia chorar.
e sussurrou: " Papi,... agora posso compreender quanto me amavas eu também te amava e ainda que nunca tenha dito, agora compreendo a importância de dizer-te "Te Amo" e te pediria perdão por haver guardado silêncio tantas vezes ".
Nese instante as copas das árvores balançavam suavemente, cairam algumas folhas e florzinhas, e uma suave brisa roçou a face de Carmenzita, olhou para o céu, tentou enxugar as lágrimas de seu rosto, se levantou e voltou para casa.
Se esta mensagem tocou seu coração, envie a seus melhores amigos como sinal de tua amizade, nestes momentos ainda que eu estou chorando, decidi compartilhar contigo e dizer-te.
Por favor nunca deixes de dizer: "TE AMO" Não sabes se esta será a última vez...

 

Autor desconhecido